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11 maio, 2016

FIGURA FOLCLÓRICA

O HOMEM DA COBRA | Fonte da imagem: blogdovavadaluz.     Se existe uma coisa que o nordestino é: criativo e muito folclórico. Pois sabemos que está no sangue de todos nós é a aptidão para as artes.











O HOMEM DA COBRA







      Se existe uma coisa que o nordestino é: criativo e muito folclórico. Pois sabemos que está no sangue de todos nós é a aptidão para as artes. Não é à toa, que os vendedores ambulantes das feiras livres do sertão do nordeste brasileiro, ou em qualquer outra praça que circule pedestre. Alguns vendedores já tem suas próprias técnicas para deixar o cliente curioso, outros precisam fazer um pouco de mágica para chamar atenção daqueles mais apressadinhos, devido o corre e corre do dia a dia que enfrentamos.






      Hoje, vamos falar aqui de um desses personagens que não está tanto em evidência nas feiras livres do nordeste brasileiro. Interessante é que ele tem uma caracterização toda especial para poder trabalhar. Esse tipo de vendedor, ele encarna um tipo de personagem que antes de mais nada é muito engraçado e muito eclético, esse é o “homem da cobra” ou mesmo do “vendedor de pomadas”, é quase a mesma coisa, pois alguns ainda usam uma cobra pendurada no pescoço, outros dizem que tem uma cobra dentro de um saco que carregam e que falam que vão ser picado por ela e tudo isso eles usam mais como uma forma de entretenimento, isso faz parte do seu show, e só assim é que consegue trabalhar e deixar o público curioso enquanto ele usa um pouco de muita conversa e um pouco de mágica.






      Esses vendedores também podem ser chamados de cacheiros viajantes, pois vivem vendendo seus produtos que são pomadas medicinais a base de ervas e produtos naturais, vendem óleo de todos os tipos para doenças e, na verdade, vendem de tudo um pouco na área da farmacologia natural. Ou seja pomadas para dores lombares, garrafadas, sabonetes para coceiras e muitos itens. Eles também falam que devido à correria de feira em feira e de estado para estado, eles ficam muitos dias, distante dos seus filhos e esposa. 





     Esses vendedores, são uma raridade no sertão nordestino, ainda existem sim, é claro, mas comparando com a época do século passado, é claro que eles hoje são raridades, pois as pessoas tem mais facilidade de ir a um médico e ser receitado, bem como já tem produtos de alta qualidade nas farmácias






      Eles sustentam a sua família com o ganho desses produtos que eles colocam para vender nas feiras livres do nordeste brasileiro e em outras partes do Brasil. É claro que esses personagens fazem parte da cultura popular nordestina, sempre é bom vê-los em serviço, pois eles são muito culturais, essas pessoas costumam a fazer as suas apresentações no meio das feiras livres e aí eles usam um microfone pendurado no pescoço, uma cobra ou mesmo um boneco ventríloquo e aí começa a fazer a sua performance para atrair os pedestre para vir olhar o que eles estão falando. 





       Isso é genial, pois quando você passa por perto daquela roda formada por pessoas admirando a performance do homem da cobra, a gente ver que apesar de tudo, ainda podemos ver a ingenuidade e a criança que tem dentro de cada um de nós. O homem da cobra é bem antigo sua história, mas que faz toda diferença na cultura popular nordestina.


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