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15 janeiro, 2017

HISTÓRIA PERDIDA PELO TEMPO

RELÍQUIA CULTURAL | Fonte da imagem: Revista de História











RELÍQUIA CULTURAL








       A realidade é uma só, quando andamos pelos Nordeste brasileiro, vemos e compreendemos a sua história do sertão ao litoral dessa região. Como o Brasil foi descoberto do litoral para o sertão, vemos que a história cultural desse país, além de rica culturalmente é extremamente importante socialmente para o conhecimento das novas gerações. A cultura sertaneja está presente em cada canto de seu bioma. Essa sub-região do Nordeste brasileiro é extremamente peculiar no que se refere a cultura regional. 






       Quando passamos por qualquer ponto do “sertão” nordestino, vemos presente a sua cultura, a sua história e os costumes de sua gente, seja dentro da caatinga, dentro da zona rural ou até mesmo dentro da zona urbana. Isso é uma marca registrada dessa região. Dentro do seu bioma, encontramos vários parques estaduais e parques nacionais. Também encontramos outros pontos turísticos que a natureza deixou dentro desses locais para que os homens admirassem essa beleza concedida por Deus. Também podemos encontrar uma bela fauna e uma maravilhosa flora. 






       Encontramos alguns “Quilombos”, algumas fazendas centenárias, muitas barragens, trilhas dentro do terreno arenoso do semiárido nordestino e muito mais. Mas hoje vamos falar de uma relíquia cultural que, dentre tantas outras encravadas no sertão nordestino, vemos o quanto elas são valiosas e de valor inestimados para a cultura do sertão, do Nordeste e do Brasil. Vamos falar de um casarão encravado no sertão, e que fica a 180 KM de Teresina, a capital do estado do Piauí. Ele data de meados do século XVlll, e resiste a ação do tempo até os dias de hoje. 






       Foi tombado em 2006, hoje ele parece que está em péssimo estado de conservação, e está esperando as ações de restauro prevista em documento firmado entre as autoridades piauienses e o grande Grupo empresarial Edson Queiroz, que é o atual proprietário desse imóvel. Considerado uma preciosidade mundial da arquitetura com influência portuguesa, ele se torna uma relíquia por ter sido construído com pedra e adobe, ainda no século XVlll. O casarão da fazenda Serra Negra, erguido sobre um promontório no município de Aroazes – Pi, exibe ameaçadores sintomas de desmoronamento.






        Essa construção assim como tantas outras, dentro do sertão nordestino é um nítido exemplo da implacável ação do tempo nos nossos pontos históricos e culturais. Ele foi construído como uma fortaleza da época, adequada aquela época histórica em que o isolamento do meio rural, deixava casas sujeitas a ataques de índios e forasteiros.  Ele tem uma capela interna, o que valoriza mais ainda o poder arquitetônico do imóvel. Essa capela fica entre os aposentos nobres e a sala de refeições. Isso revela a religiosidade dos proprietários e da cultura sertaneja do nordeste brasileiro. 






        Esse patrimônio histórico é um mistério só, reza a lenda, que se deve ao fato de um dos primeiros proprietários da gleba, Luís Carlos Pereira Bacelar, ter serrado uma escrava viva, como castigo por um ato de desobediência. De verdadeiro, existe uma data esculpida numa pedra datada de 1766. Alguns pesquisadores afirmam que a fazenda é bem mais antiga. Em documento datado de 1693, o Pe. Miguel de Carvalho já faz referência a uma fazenda situada à margem do Rio Negro, hoje Riacho Serra Negra, com a presença de três homens um branco e dois negros. 






         Não é improvável, trata-se de Serra Negra. O Casarão de Serra Negra é uma relíquia, um pedaço da história que está se perdendo no tempo. Infelizmente nossa cultura fica sempre em segundo plano. A história está para ser contada, e também para ser restaurada. Pois um país sem memória é um país sem identidade. Se cada pondo cultural desse país fosse restaurado e depois explorado economicamente, tenho certeza que culturalmente o Brasil cresceria mais, e a sua população também, pois ia, está uma parte da história cultural desse país. Quantos casarões desse não existem espalhados dentro da caatinga nordestina, e estão se perdendo com o tempo abandonados pelos donos que na maioria das vezes não tem condições de fazer reformas neles. E assim caminha o Brasil e a cultura brasileira.







RELÍQUIA CULTURAL | Fonte da imagem: Revista de História











RELÍQUIA CULTURAL








       A realidade é uma só, quando andamos pelos Nordeste brasileiro, vemos e compreendemos a sua história do sertão ao litoral dessa região. Como o Brasil foi descoberto do litoral para o sertão, vemos que a história cultural desse país, além de rica culturalmente é extremamente importante socialmente para o conhecimento das novas gerações. A cultura sertaneja está presente em cada canto de seu bioma. Essa sub-região do Nordeste brasileiro é extremamente peculiar no que se refere a cultura regional. 






       Quando passamos por qualquer ponto do “sertão” nordestino, vemos presente a sua cultura, a sua história e os costumes de sua gente, seja dentro da caatinga, dentro da zona rural ou até mesmo dentro da zona urbana. Isso é uma marca registrada dessa região. Dentro do seu bioma, encontramos vários parques estaduais e parques nacionais. Também encontramos outros pontos turísticos que a natureza deixou dentro desses locais para que os homens admirassem essa beleza concedida por Deus. Também podemos encontrar uma bela fauna e uma maravilhosa flora. 






       Encontramos alguns “Quilombos”, algumas fazendas centenárias, muitas barragens, trilhas dentro do terreno arenoso do semiárido nordestino e muito mais. Mas hoje vamos falar de uma relíquia cultural que, dentre tantas outras encravadas no sertão nordestino, vemos o quanto elas são valiosas e de valor inestimados para a cultura do sertão, do Nordeste e do Brasil. Vamos falar de um casarão encravado no sertão, e que fica a 180 KM de Teresina, a capital do estado do Piauí. Ele data de meados do século XVlll, e resiste a ação do tempo até os dias de hoje. 






       Foi tombado em 2006, hoje ele parece que está em péssimo estado de conservação, e está esperando as ações de restauro prevista em documento firmado entre as autoridades piauienses e o grande Grupo empresarial Edson Queiroz, que é o atual proprietário desse imóvel. Considerado uma preciosidade mundial da arquitetura com influência portuguesa, ele se torna uma relíquia por ter sido construído com pedra e adobe, ainda no século XVlll. O casarão da fazenda Serra Negra, erguido sobre um promontório no município de Aroazes – Pi, exibe ameaçadores sintomas de desmoronamento.






        Essa construção assim como tantas outras, dentro do sertão nordestino é um nítido exemplo da implacável ação do tempo nos nossos pontos históricos e culturais. Ele foi construído como uma fortaleza da época, adequada aquela época histórica em que o isolamento do meio rural, deixava casas sujeitas a ataques de índios e forasteiros.  Ele tem uma capela interna, o que valoriza mais ainda o poder arquitetônico do imóvel. Essa capela fica entre os aposentos nobres e a sala de refeições. Isso revela a religiosidade dos proprietários e da cultura sertaneja do nordeste brasileiro. 






        Esse patrimônio histórico é um mistério só, reza a lenda, que se deve ao fato de um dos primeiros proprietários da gleba, Luís Carlos Pereira Bacelar, ter serrado uma escrava viva, como castigo por um ato de desobediência. De verdadeiro, existe uma data esculpida numa pedra datada de 1766. Alguns pesquisadores afirmam que a fazenda é bem mais antiga. Em documento datado de 1693, o Pe. Miguel de Carvalho já faz referência a uma fazenda situada à margem do Rio Negro, hoje Riacho Serra Negra, com a presença de três homens um branco e dois negros. 






         Não é improvável, trata-se de Serra Negra. O Casarão de Serra Negra é uma relíquia, um pedaço da história que está se perdendo no tempo. Infelizmente nossa cultura fica sempre em segundo plano. A história está para ser contada, e também para ser restaurada. Pois um país sem memória é um país sem identidade. Se cada pondo cultural desse país fosse restaurado e depois explorado economicamente, tenho certeza que culturalmente o Brasil cresceria mais, e a sua população também, pois ia, está uma parte da história cultural desse país. Quantos casarões desse não existem espalhados dentro da caatinga nordestina, e estão se perdendo com o tempo abandonados pelos donos que na maioria das vezes não tem condições de fazer reformas neles. E assim caminha o Brasil e a cultura brasileira.







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